Fazer o que?
Do outro lado da linha escutei tudo bem calada, só prestando a tensão em suas narrativas.
Conforme ela contada eu me imaginava em seu lugar.
Queria eu poder ter um amor fiel.
Queria eu correr para casa e ter alguém para contar, para sorrir e gargalhar.
Deixei a imaginação de lado e volteia a realidade.
Estava sentada tendo ao ouvido a voz de minha amiga que tagarelava sem parar e olha não deixou de contar os mínimos detalhes. Ao termino da narrativa ela perguntou:
E ai o que achou?
Respondi bem baixinho do outro lado da linha para que ela quase não entendesse.
“Tenho sede tenho fome. Mas não é de pão nem vinho. Tenho sede de uma abro e fome de um beijinho.”
O que disse?Não entendi insistiu ela.
Parabéns por encontrar seu este alguém que lhe trate bem e traz alegrias.Por que o meu o Vento levou.


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